Identificamos problemas nos treinos com cavalos no esporte Paraequestre, nível III, que é uma disciplina esportiva da Federação Equestre Internacional, sendo praticada por pessoas portadoras de deficiência, no nosso caso grau III, (deficientes visuais).
Nos treinos atuais existem as pessoas que representam os “chamadores” (12 chamadores), que gritam as letras na pista de treino, para que o deficiente possa ouvir e guiar seu cavalo até as mesmas, completando assim o percurso proposto;

                 O Atomic Horse é um dispositivo eletrônico que é usado para orientar o atleta cego a guiar seu próprio cavalo até as letras distribuídas pela pista.
O atleta irá falar as letras, através de um módulo de reconhecimento de voz (acoplado em seu capacete) produzido pelo Arduino, esse aciona as campainhas através de módulos Transmissor Receptor espalhados pela pista, que permite uma comunicação entre o atleta e a campainha sem fios através de baterias de 9 Volts ao ar livre. Resumindo… o atleta fala< a campainha reconhece a voz< emite um som<e ele guia seu cavalo até a campainha com a letra correta proposta no circuito.

Benefícios do projeto e seu diferencial:
• Encurtou as horas de treino do cavalo em até 50%;
• Diminuiu os dias de treino, pois o cavalo conseguiu chegar ao nível profissional mais rápido;
• Reduziu o stress do cavalo, pois no treino normal precisaria 12 pessoas e como o cavalo é um animal que tem medo, quanto menos pessoas na pista mais tranquilidade para o animal, pois a liberação de adrenalina do cavalo durante o treino foi muito melhor. Na pista é somente o atleta, o cavalo e o treinador;
• O aquecimento quem faz é próprio deficiente visual sem a ajuda, do treinador, acelerando assim o treino;
• O cavalo foi o mais beneficiado de todos, pois o tempo que ele estaria treinando ele poderia descansar, comer, enfim dessa maneira diminuiria muito seu desgaste físico.