2º Relato – Primeiras reações.

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25.03.2016 – Karlsruhe, Alemanha

Hoje o documento foi um pouco mais refinado para incluir algumas caracterísitcas metodológicas na maneira de se organizar as três áreas. Nada específico, algo mais para incluir as principais diferenças em como cada um dos aspectos do torneio é observado e trabalho em relação a trabalhar com uma equipe fisicamente próxima e o nosso caso com as distâncias, diferentes cidades, etc. O aluno Antônio da Equipe Thunderbóticos deu uma devolutiva quanto ao documento e disse que gostou muito e que adoraria trabalhar no projeto, mas que ele firmou alguns compromissos com sua equipe para essa temporada então ele irá pensar com muito carinho. As recepções quanto ao projeto tem sido muito positivas. Com essa ideia se tornando cada vez mais real (embora ainda não oficialmente), mais eu começo a pensar na condução disso tudo e é interessante como meu cérebro sabe que eu deveria estar morrendo de medo, mas pelo contrário, tudo que eu sinto é essa empolgação contagiante. Hoje eu já tive algumas ideias de coisas que eu quero proporcionar à esse time uma vez ele vindo a se tornar realidade, é uma grande responsabilidade por vários motivos, mas eu não poderia estar mais animado para ver isso se tornar realidade. Por sorte o Breno Longas curtiu tanto quanto os alunos a ideia e está verdadeiramente disposto a ajudar, tenho certeza de que não conseguiria fazer isso sem a ajuda dele.

26.03.2016 – Karlsruhe, Alemanha

A cada dia a ideia parece mais real então naturalmente eu vou pensando em detalhes mais importantes, que podem ser pensados antes que a ideia vire algo oficial. Hoje pensei um pouco sobre a formação do time. Uma vez li em um artigo que grupos formados por 50% mulheres e 50% homens eram mais produtivos do que outras distribuições, então decidi buscar algum artigo que falasse sobre o assunto(Anexo2), o artigo fala muito sobre a participação de mulheres em trabalhos científicos acadêmicos nos EUA e como a proporção de mulheres no grupo de trabalho afetou a qualidade dos mesmos, demonstrando que grupos mistos são grupos que tem desempenhado um papel mais significante ao longo dos anos (o artigo analisa 10 anos de artigos de uma database americana). Quero que cada decisão tomada nesse grupo tenha o máximo de lógica; mesmo que eu não encontre tudo que eu proponho em artigos, tudo deve ter um embasamento lógico nem que seja baseado na observação de diversos torneios, equipes, filmes ou até livros sobre a FIRST que eu já tive contato. Dadas estas informações eu desejo uma proporção semelhante a 50% de cada gênero na equipe e hoje fiz breves investigações sobre essa possibilidade, por enquanto tudo ainda é muito obscuro, a aluna Ana que faz parte da atual equipe Think ainda não fez nenhum comentário e as alunas que fizeram parte da equipe de garagem Carbobots, que deu uma aula sobre como fazer uma equipe de garagem na temporada 2015/2016, não sabem ainda da ideia, mas talvez seja difícil convencê-las a participar formalmente da equipe esse ano. Hoje fiquei sabendo que o aluno Tiozo, tabém ex-membro das equipe Robonáuticos e Carbobots, se interessou imediatamente pela causa e tem interesse em participar, o que é uma ótima notícia e torna o projeto cada vez mais perto de sua oficialização. Algumas primeiras ideias de financiamento ter surgido já, mas obviamente só poderemos (Eu e Breno) trabalhar diretamente em cima disso quando o projeto se tornar oficial.(Anexo 2) Gender-Heterogeneous Working Groups Produce Higher