Olá pessoal!!! Hoje, nós da LEGO BROS de São Gonçalo do Sapucaí-MG queremos postar algo relacionado ao CORE VALUES que na verdade, está presente em tudo que fazemos, pois é o modo em que realizamos nosso trabalho.

Todos já devem ter presenciado momentos difíceis dentro da equipe, sejam eles por problemas pessoais, por obstáculos enfrentados na temporada, por ideias e opiniões diferentes, ou simplesmente por não estarmos muito bem em determinados dias, certo? Então, tudo isso é normal, somos seres humanos e aprender a conviver com aquele que é diferente de nós sempre será um desafio e solucioná-lo envolve tempo, paciência e maturidade.

A questão é que quando se trabalha em equipe e o diálogo e respeito prevalecem tudo começa a se encaixar e aprendemos a lidar melhor com nós mesmos e com o outro.

O nosso intuito aqui é trazer para vocês uma dinâmica proposta por nossa técnica, quando ela percebeu que “os nervos estavam à flor da pele”, que os problemas externos estavam atrapalhando de alguma forma o convívio saudável e sincero da equipe. Fomos para um dia comum de reunião e aconteceu o que segue.

Primeiramente ela nos deu o texto abaixo e pediu para que cada um lesse uma parte em voz alta:

O Construtor de Pontes

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado.

O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta:

– Estou procurando trabalho, disse o homem que era carpinteiro.

– Talvez você tenha algum serviço para mim.

– Claro! disse o fazendeiro. – Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade é do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. O carpinteiro disse, então: – Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão o martelo e os pregos.

O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.

Quando o fazendeiro voltou, não acreditou no que viu: em vez da cerca, uma ponte havia sido construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: – Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas, as surpresas não pararam neste momento. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão correndo, se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: – Você, realmente, foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse! De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho aprontou-se, então para partir levando sua caixa de ferramentas. – Espere, fique conosco! Disse o fazendeiro. – Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: – Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…

 Disponível em: http://www.hpbysandra.com.br/o_construtor_de_pontes.html

 Após a leitura, ficamos pensativos e emocionados no primeiro momento e percebemos que muitas vezes os conflitos são gerados por pequenas coisas e que vão virando grandes problemas se não resolvemos logo.

Listamos a importância de relevar algumas coisas, de saber escutar e se colocar no lugar do outro, de não entrar em discussão quando se está nervoso, frustrado, etc.

Concluímos que tudo seria mais fácil se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com as pessoas ao nosso redor. Agindo assim podemos, talvez, não mudar o mundo, entretanto, podemos e temos a autonomia de fazer do nosso mundo, nossa vida interior um lugar de paz e consequente trazer o bom astral para a equipe.

E assim ficamos mais leves, mais felizes e prontos para os próximos desafios. Não esperávamos, mas a dinâmica não havia terminado. Nossa técnica nos entregou um papel que continha uma tarefa diferente para cada membro da equipe:

1) Você é o 1º a iniciar a dinâmica. Vá até um colega do grupo e reconheça algo que você tenha feito e que acha que pode ter magoado o amigo e peça perdão.

2) Você é o 2º a fazer a dinâmica. Vá até um colega do grupo e elogie uma atitude dele que você acha interessante e justifique.

3) Você é o 3º a fazer a dinâmica. Vá até um colega do grupo e relembre uma situação que te fez sorrir na qual ele estava envolvido.

4) Você é o 4º a fazer a dinâmica. Vá até um colega do grupo e o abrace muito forte demonstrando o quanto essa pessoa é importante para você mesmo sendo diferentes um do outro.

5) Você é o 5º a fazer a dinâmica. Vá até um colega do grupo e esclareça que mesmo havendo diferenças de opiniões você estará disposto (a) a escutar e respeitar sua contribuição.

6) Você é o 6º a fazer a dinâmica. Vá até um colega do grupo e diga por que quer compartilhar com ele alguns momentos de sua vida.

7) Você é o 7º a fazer a dinâmica. Vá até um colega do grupo e diga o que podem conquistar se estiverem unidos e se forem sinceros um com o outro.

REGRAS: Não pode repetir a pessoa.

Caso você queira fazer mais uma boa atitude espere o fim da dinâmica e peça a palavra. Durante a atividade deve-se manter o silêncio e escutar só os que estão participando no momento. Ás vezes, só o que precisamos é de um empurrãozinho e uma motivação para superar as dificuldades. Foi emocionante. Houve lágrimas e um abraço coletivo no final. Nossos treinos ficaram mais especiais e empáticos.

Espero que tenham gostado. Até a próxima, pessoal! Grande abraço, LEGO BROS.